O fim dos “conselhos” onde prevalecia o sistema de “boquinha” para a “cumpanherada”

O governo juntou vários “conselhos” (que serviam como local de empregar os companheiros de campanha) e enxugou mais de 700 destes puxadinhos. Resultado? A mídia espalhou que o “Conselho de crianças com deficiência foi extinto porque Bolsonaro não tem um deficiente em casa e não se importa!”

Ora, de todas as primeiras damas que tivemos, essa é a que mais se importa com a causa, inclusive, pela primeira vez, teremos pessoas com deficiência auditiva e visual, trabalhando nas pastas que cuidam de pessoas com deficiência auditiva e visual!

Não é interessante?

Assim como teremos índios cuidando da questão indígena! Não é fantástico?

Por que não fizeram isso antes?

Porque tinham que dar empregos pra “cumpanherada” e nessa hora, deficiente e índios “só ocupam vagas”.

Tiveram 16 anos para resolver e não mexeram um dedo, só deram emprego e mais emprego para os companheiros.

Acabou o poder, acabou o dinheiro, perdeu o emprego.

É assim que funciona nas prefeituras também.

Por que seria diferente com o governo federal?

Raquel Brugnera

Pós Graduando em Comunicação Eleitoral, Estratégia e Marketing Político – Universidade Estácio de Sá – RJ.

 

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