Flavio Dino ainda não tomou posse para o seu segundo mandato e a sua sucessão começa a ser deflagrada

O governador Flavio Dino ainda não tomou posse para seu segundo mandato para o qual foi eleito este mês, começa a ser deflagrado. O deputado federal Weverton Rocha, eleito senador com mais votos do que o governador, já deixa bem claro que é candidato a sucessão de Flavio Dino. Ele está articulando através de prepostos tentar vencer as próximas eleições na Federação dos Municípios do Maranhão e passar a ter o controle de dezenas de prefeituras e ter participação bem efetiva nas próximas eleições municipais. A pretensão é grande, mas terá muitas dificuldades e com certeza vai ter suporte favorável dentro do próprio governo.

Com o controle do PDT e diante péssima administração do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, o futuro senador entende que a disputa da prefeitura de São Luís dentro da base da situação passa pelo seu partido com cabeça de chapa e que vai lutar para aumentar o seu cacife rumo ao Palácio dos Leões em 2022. A voracidade do senador eleito estaria desagradando o próprio governador, que já deixou bem claro que a sucessão está muito longe e que todos precisam se concentrar na sucessão presidencial. Dentro do grupo do governador Flavio Dino existe muitas pretensões para a prefeitura de São Luís e para o próprio Governo do Estado, além do declarado Weverton Rocha e segundo falam, o processo será comandado pelo próprio Flavio Dino, que com certeza terá muita ingerência na sucessão municipal.

A disputa eleitoral para a prefeitura de São Luís, a base do governo tem a convicção plena que vai precisar de um candidato, que pelos menos venha a ser visualizado diante do carisma e da popularidade do deputado estadual Eduardo Braide, eleito deputado federal e que obteve 25% dos votos válidos na capital, e que tem como fator primordial a credibilidade junto aos mais diversos segmentos sociais e com um percentual bastante acentuado entre os mais pobres e humildes.

A pressa demonstrada por Weverton Rocha abriu o olho de pelo menos uma meia dúzia de políticos que sonham em ser ungidos à sucessão do governador, dentro eles o seu primeiro ministro Marcio Jerry, sem falarmos em Othelino Neto, que chega fortalecido com a provável eleição para a presidência da Assembleia Legislativa do Estado e os mais recatados. Como o tempo é grande e muita água vai correr por debaixo da ponte, muitos conflitos já estão previstos na sucessão municipal da capital e de vários municípios do interior do Estado, o que deve mudar muitas estratégias de ação e com certeza dissidências à vista.

 

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