Hospital Aldenora Belo poderá suspender os serviços de pronto atendimento, tratamento de dor e atendimento domiciliar

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O Hospital Aldenora Belo depois de enfrentar sérias dificuldades em razão de um convênio com o governo do estado que não vem sendo honrado, decidiu que irá suspender os importantes serviços de Pronto Atendimento Oncológico, Tratamento da Dor e Cuidados Paliativos e Atendimento Domiciliar. São serviços essenciais e que não são prestados em unidades de saúde da rede pública e também na rede particular, para as pessoas portadoras do câncer. A direção do Hospital Aldenora Belo, decidiu fazer um amplo relatório do convênio firmado desde o ano de 2008, mostrando que por inúmeras vezes mesmo sem repasses os serviços continuaram, mas agora, decorrente de dificuldades deverá ser suspenso, conforme está explicito em oficio encaminhado ao governador Flavio Dino. Cópia da correspondência encaminhada ao governador também foram endereçadas para outras autoridades, no sentido de que seja encontrada uma saída emergencial para o grave problema.

 

Durante reunião do Conselho Curador da Fundação Antonio Dino, a presidente Enide Dino e o vice-presidente Antonio Dino Tavares fizeram importantes esclarecimentos aos conselheiros, lamentando profundamente que atualmente não existem recursos para a prestação dos serviços, além de que todo o orçamento da instituição está comprometido com outros compromissos altamente necessários para as pessoas pobres e que precisam de tratamentos ambulatoriais e cirúrgicos, não apenas de São Luís, mas de várias regiões do Maranhão e de outros Estados.

Com a exceção dos serviços acima mencionados que podem ser suspensos, os demais não sofrerão qualquer alteração e seguem os seus ritmos normais, afirmou o vice-presidente Antonio Dino Tavares.

 

Comunicado às Autoridades

 

No expediente encaminhado ao governador Flavio Dino, a direção da Fundação Antonio Dino, fez uma ampla explanação de convenio firmado entre a Fundação Antonio Dino e o Governo do Estado, desde 2008 para a prestação dos serviços de Pronto Atendimento Oncológico, Tratamento de Dor e Cuidados Paliativos e Atendimento Domiciliar, fazendo inclusive esclarecimentos das dificuldades e dos períodos em que ele não foi honrado, mas mesmo assim não deixou se ser realizado. Na situação atual é que sem o aporte do convênio, não haverá meios financeiros para que os serviços venham a ser prestados,o que implicará em perda irreparável para muitas pessoas portadoras do câncer e que têm necessidade de atendimento.

Além do governador Flavio Dino,várias copias do ofício foram encaminhados ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior, ao presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Othelino Neto, ao secretário de estado da saúde Carlos Lula, ao chefe da casa civil Rodrigo Pires Ferreira Lago, ao secretário municipal de saúde Carlos Lula Fylho, a promotora de justiça das fundações Doracy Moreira Reis Santos, ao promotor da saúde Herberth Costa Figueirêdo e a promotora de defesa da saúde Maria da Glória Mafra Silva.

A expectativa é que as autoridades se manifestam e adotem as medidas necessárias para evitar que um serviço de saúde específico e necessário para as pessoas portadoras do câncer não seja desativado, com observância de que não existe idêntico na rede hospitalar de São Luís.

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